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Alzheimer e outras doenças – Relato de um tratamento à base de Cannabis

Esse relato foi escrito pela filha cuidadora, Rebeca Guimarães.

“A história da minha mãe, Paulinha, 82 anos, é, certamente, a história de muitas mulheres que, assim como ela, viveram uma vida de perdas e frustrações, de falta de amor, rejeição e mágoas que, ano após ano, foram se transformando em doenças. Doenças graves e irreversíveis como depressão  grave e recorrente, transtorno de ansiedade generalizada, perda óssea, dores crônicas, rinite  sinusite, artrites, artrose e, quando achávamos que nada mais podia acontecer de ruim, o diagnóstico de Alzheimer. Meu mundo desmoronou! Filha única, com duas filhas para criar e uma mãe com um diagnóstico que, a princípio gera medo, raiva, ansiedade, e tantos outros sentimentos. Num dado momento, cheguei a pensar que não havia mais alternativas, pensei em desistir, assim como ela já havia feito anos atrás quando perdeu seu único filho homem e sua mãe, num intervalo de pouco mais de 1 mês!
Mas, que bom que, antes disso, ela me ensinou a lutar todas as vezes que a vida dizia não!
Que bom que ela, apesar de tudo que viveu e sofreu, me ensinou a ser forte, resiliente e cheia de esperança.
E foi essa esperança que me levou a tentar – como última alternativa após mais de 10 anos de tratamento com medicamentos alopáticos – um tratamento até então polêmico, envolto em muito preconceito e desinformação! O tratamento ä base de cannabis sativa. Uma planta milenar e cujo uso medicinal trouxe inúmeros benefícios a vida da minha mãe e à vida de mais de 22 mil famílias, somente aqui no Brasil, somente de associadas da Abrace Esperança, associação sem fins lucrativos que tem autorização para cultivar, produzir e vender medicamentos extraídos da cannabis. E hoje, quase 2 anos depois de termos iniciado o tratamento, somos só gratidão, primeiramente a Deus, por ter criado uma planta que salva vidas e às pessoas que estudaram e desenvolveram medicamentos capazes de regular o sistema endocanabinoide e trazer qualidade de vida a pacientes e a famílias que, assim como a minha, conseguem viver bem apesar das doenças que a acometem.”

Vocês podem acompanhar a História de Paulinha no Youtube: nomundodepaulinha ou no Instagram @nomundodepaulinha

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